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sexta-feira, 21 de maio de 2010









FLEXEIRAS - ALAGOAS

HISTÓRIA E ASPECTOS

 APRESENTAÇÃO

A História do município de Flexeiras interessa a todo cidadão desta terra, que tem sua história ligada aos primórdios da civilização brasileira, contribuindo para o engrandecimento do Estado de Alagoas e no desenvolvimento do País. Este trabalho foi criado para dar oportunidade a todo povo flexeirense vivenciar nas gerações futuras a história da nossa terra.

 LOCALIZAÇÃO DE FLEXEIRAS

LOCALIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE FLEXEIRAS

O município de Flexeiras Está situado no Estado de Alagoas, na Zona da Mata Alagoana, no sentido Norte do Estado. Sua urbanização está encravada em grande vale apresentado uma topografia que destaca corno ponto culminante, a Fazenda Campos Novos (antiga Fazenda Corte Novo) deste município, sendo banhado pelo rio Jitituba e seus afluentes, e estando se expandindo no sentido sul, Suas encostas formando planalto onde encontra-se o Conjunto Emilio Maya de Omena e o Conjunto Arnaldo Cavalcante de Magalhães, e pelo lado oeste o conjunto novo flexeiras em fase de desenvolvimento final e o ginásio de esporte já finalizado. A fisionomia urbanista de nossa cidade apresenta urna grande concentração de moradias residenciais, prédios públicos e religiosos, com ruas pavimentadas por calçamento, estando ligado por uma estrada asfaltada que dá acesso à BR 101 no sentido Oeste, ligando ao município de São Luiz do Quitunde no sentido Leste.

RELEVO E HIDROGRAFIA DE FLEXEIRAS
RELEVO:

O relevo da cidade é bastante ondulado. A parte mais alta da cidade ainda coberta por um resto de Mata Atlântica.

HIDROGRAFIA:

Principais rios: JITITUBA, BANDEIRA e seus afluentes: riacho Vitória, Sabaió, Jitó, Batinga, Grota do Pedro. Descendo no sentido leste o rio Jitituba recebe as águas do rio Bandeira tornando-se volumoso na altura da Usina Peixe. Nas décadas de 60/70 o rio Jitituba servia como fonte geradora de energia elétrica para cidade de Flexeiras através da represa São Sebastião, situada na Fazenda São Cipriano.


SITUACÃO GEOGRÁFICA

Área: 539 Km2
População: 11.979 Habitantes
Urbano: 6.690
Rural: 5.289
Eleitorado: 8.245 eleitores
Educação: 5.069 (rede municipal)
Saúde: 01 Hospital com 26 leitos e 02 posto de atendimento
Acessos: BR - 101 e AL - 430

LIMITES:

Ao Norte: Joaquim Gomes
Ao Sul: Maceió (150 metros acima do nível do mar)
Ao Leste: São Luiz do Quitunde
Ao Oeste: Murici e Messias

CLIMA:
 tropical, quente e úmido, com ocorrência de chuva no inverno, e quente com temperatura no verão. Máxima de 28° e mínima de 18°.

ASPECTO HISTÓRICO

COMO NASCEU FLEXEIRAS E SEUS PRINCIPAIS LÍDERES

Aproximadamente em 1825 teve início do povoado que se transformou no município de Flexeiras. Segundo revelações de antigos habitantes desta região, existem várias versões quanto ao topônimo desta cidade que foi “Flecheiras”, em virtude do grande número de cana brava existentes na região nas quais brotavam flechas semelhantes às de cana-de-açúcar. E todas que por aqui passavam a pergunta era a mesma, se iam e vinham das “flechas”. A história não registra porque a grafia do nome foi alterada e passou a ser chamada de Flexeiras. Por ser uma região bastante fértil, não custou nada para o Sr. João Francisco de Coelho instalar um engenho de cana-de-açúcar, que recebeu o nome de Flexeiras, isto mais ou menos no dano de 1850. Sentindo-se cansado (seu João) transfere o comando do engenho para o seu genro, o Coronel José Alcântara Coelho, este por ser dinâmico fez com que o Engenho Flexeiras passasse por várias transformações. Dentro de pouco tempo deixou de ser movido por força d’água e passou a ser movido por força motriz. Tempos depois a família Coelho transfere o direito de posse desse engenho para o Sr. Guilherme Calheiros, que prosseguiu com o desenvolvimento, aproximadamente até o ano de 1900, Surgindo outros engenhos na região, que teve destaque como: o de propriedade do Dr. Enéas Pontes, que deu origem à Usina Açucareira com a denominação de Usina Conceição do Peixe. Em 1915, Flexeiras já era um dos mais prósperos povoados do município de São Luiz do Quitunde, que, entre 1930 a 1935, foi elevado’ à condição de vila, e mais tarde, Distrito. A. condição de Distrito, dentro de pouco tempo, já no satisfazia seus habitantes porque a renda do vilarejo era superior à da cidade de São Luiz do Quitunde. Isto foi suficiente para que os líderes iniciassem um movimento de emancipação. Dentre eles citamos Elpídio Cavalcante de Albuquerque, Austeclínio Lopes de Farias, Joatas Malta de Alencar, Valdo Maya de Omena, Pedro Timóteo Cavalcante, Valdemir Lopes de Farias, Abelardo Cavalcante Lins, Pedro Guedes de Lima, Juvenal Antônio dos Santos, Aloísio Guedes Cavalcante e Leonardo Salustiano de Oliveira.
O município só conseguiu autonomia administrativa através da Lei 2.216, de 28 de abril de 1960, ocorrendo à instalação oficial em 1° de junho do mesmo ano desmembrado de São Luiz do Quitunde e integrado além de distrito sede, pelo povoado de Messias (elevado a condição de município dois anos depois).

PESSOAS ILUSTRES

1 - Pontes de Mirandas (Maior jurista do Brasil)
2 - Divaldo Suruagy (Político de destaque)
3 - Guilherme Calheiros
4 - Elpídio Cavalcante de Alburquerque
5 - Coronel Teotônio Pereira de Meio Luna
6 - Dr. Fernando Sarmento
7 - Major Experidião Lopes de Farias
8 - Coronel Luiz Carneiros
9 - Tenente Ernesto Cavalcante
10 - Dr. Rodolfo Lins
11 - Austeclinio Lopes de Farias
12 - Joata Malta de Alencar
13 - Valdo Maya de Omena
14 - Pedro Timóteo Cavalcante
15 - Valdemir Lopes de Farias
16 - Abelardo Cavalcante Lins
17 - Pedro Guedes de Lima
18 - Juvenal Antônio dos Santos
19 - Aloísio Guedes Cavalcante
20 - Leonardo Salustiano de Oliveira

PRIMEIRO E ATUAIS GOVERNANTES

1° PREFEITO: Valdo Maya de Omena (indicado pelo Governador do Estado por 6 meses)
2° PREFEITO: Joatas Malta de Alencar (falecido, assume o seu vice)
VICE: Valdemir Lopes de Farias (1961 - 1964)
3° PREFEITO: Luiz Cavalcante Lins
VICE: Valdomiro José dos Santos (1965 - 1969)
4° PREFEITO: Lourival Cavalcante de Lima
VICE: José Camilo dos Santos (1970 - 1974)
5° PREFEITO: Luiz Cavalcante Lins
VICE: Jurandir Jurema Fragoso (1975 - 1978)
6° PREFEITO: José Camilo dos Santos
VICE: Arnaldo Cavalcante Magalhães (1979 - 1982)
7° PREFEITO: Arlene Cavalcante da Costa
VICE: Leonardo Salustiano de Oliveira (1983 - 1988)
8° PREFEITO: Arnaldo Cavalcante Magalhães
VICE: Antônio Guiomar de Lima (1989 - 1992)
9° PREFEITO: Arlene Cavalcante da Costa
VICE: Maria Isabel Costa Souza (1993 - 1996)
10° PREFEITO: Silvana Maria Cavalcante da Costa Pinto
VICE: Antônio Guiomar de Lima (1997 - 2000)
11° PREFEITA: Silvana Maria Cavalcante da Costa Pinto
VICE: Antônio Guiomar de Lima (2001 - 2004)
12° PREFEITA: Arlene Cavalcante da Costa
VICE: Maria Isabel Costa Souza (2005 - 2008)

CARACTERÍSTICAS SOCIAIS DO MUNICÍPIO

Educação:
Antes da Emancipação Política a educação era prestada pelo município de São Luiz do Quitunde, que funcionava com apenas uma sala de aula denominada Coronel Alcântara, e a professora foi a Srª. Leonor de Carvalho Marinho. Esta sala foi ampliada na década de 70, recebendo a da professora a Srª. Antônia Persiano Dias, e anos depois sua substituta foi a Professora Luiza Ribeiro de Magalhães, que atua até o presente. Hoje, cabe à Secretaria Municipal de Educação de Flexeiras, a coordenação e a orientação de todas as atividades educacionais, oferecendo um total de 5.069 vagas municipais distribuídas entre:

- Educação Infantil
- Ensino Fundamental
- Ensino Médico
- Educação de Jovens e Adultos
- Alfabetização Solidária
19 escolas na zona rural — a 4a série Ensino Fundamental.
02 escolas na zona urbana de 1a a 4a série Ensino Fundamental
01 escola na zona urbana de ia a 8’ série do Ensino Fundamental e Ensino Médio
03 escolas de educação infantil.



QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

Professor Ensino Fundamental 71
Professor Ensino Médio 09
Professor Educação Infantil 26
Professores Educação Jovens e Adultos 16
Professor Alfabetização Solidária 10
Assessor 49
Serviçal 96
Vigia 13
Merendeira 11
Supervisora 01
Orientador Educacional 01
Coordenador Pedagógico 04
Diretor de Escola 05
Diretor Adjunto 05

SAÚDE:

Antes existia um posto de saúde que fazia parte do prédio da Prefeitura, oferecendo um atendimento basicamente em 1 socorros. Com serviços odontológicos através da Dr. Arlene Cavalcante da Costa.
Hoje, cabe à Secretaria Municipal de Saúde de Flexeiras coordenar a área de assistência médica e hospitalar. O município está relativamente bem, foi habilitado na gestão pleno do sistema, através da portaria n° 2820, de 02/06/1998. O Sistema Municipal de Saúde é formado por (05) cinco unidades: 01 (uma) Unidade Mista com (19) dezenove leitos, distribuídos nas clínicas: Médicas. (Feminino 04) e (Masculino 06); Pediátrica (05); Obstétrica (04). Além dos atendimentos a urgência, emergências e observações. A referida unidade tem seu quadro profissional: médicos, enfermeiro e auxiliares, além do pessoal de apoio. No total a referida unidade conta com 08 Plantonistas. As urgências e emergências, além dos casos clínicos que necessitam de avaliação especializada são encaminhadas para as unidades de referência em Maceió. Atualmente o município tem cobertura de 100% do PFS (Programa Saúde da Família), com 04 equipes distribuídas: PSF 1 — Unidade de Saúde Dolores Jatobá na Zona Rural; PSF II — Unidade de Saúde Amaro Claudino dos Santos — Zona Rural; PSF III Unidade de Saúde Climério Wanderley — Zona Urbana; PSF IV Dr. Arnaldo Cavalcante Magalhães — Zona Urbana. Nas unidades de saúde são efetuados procedimentos de assistência básica tais como: Imunização, Assistência a mulher e criança controle de Hipertensão, Diabetes, Tuberculose, Hanseníase, Combate as carências nutricionais, Planejamento Familiar, Incentivo ao aleitamento materno. Cada equipe do PSF é composta por: 01 médico generalista; 01 enfermeira; 01 auxiliar e agentes comunitários de saúde. Com a ampliação da unidade mista Elpídio Cavalcante Albuquerque foi implantado um laboratório de Patologia Clinica; e os serviços especializados de: Cardiologia e Ultra-sonografia.

OS MEIOS DE TRANSPORTES

Os primeiros transportes de Flexeiras foram: o carro de boi, cavalo e carroça, que as pessoas se deslocavam de um lugar para outro. Isso ocorreu por volta dos anos 1920. Depois surgiu o primeiro carro a óleo, conhecido como “SOPA”, pelo fato de seu proprietário dizer que era o seu ganha-pão. Em seguida, passando a ser chamado de “MÃE TONHA” em homenagem a uma senhora que na época tinha mais de 100 anos, e a mesma era mãe do Sr. Nicácio. Fato ocorrido por volta de 1947, o veículo tinha as seguintes características: os bancos eram de tábua e era bastante lenta, levando de 4hs. á 8hs. no percurso Flexeiras X Maceió X Flexeiras. Tendo uma parada obrigatória na Mata do Rolo, Rio Largo, para os passageiros tomarem caldo de cana, (único lanche da época). O motorista da “MÃE TONHA” era o Sr. Severino, irmão do proprietário do carro que se chamava José Maria, e o mesmo foi comprado de segunda mão.
Hoje o município é atendido com 04 ônibus da Empresa São Domingos, fazendo o percurso de Flexeiras a Maceió e vice — versa.
17 Carros alternativos saindo de 20 em 20 minutos também p’ra Maceió e cidades vizinhas.
08 Motos táxi que atende também a zona rural.

OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

O primeiro meio de comunicação da época era o correio, funcionando na residência da Srª Áurea Marinho de Almeida, por volta de 1925. Para transportar as correspondências usava- se um carro de boi.
Mais tarde o Sr. Alípio Magalhães neto, dono da Fazenda Triunfo, comprou a Primeira vitrola.
No ano de 1950 surge o Primeiro rádio à pilha em nossa cidade, que pertencia ao Sr. Rosalva Marinho Magalhães. A chegada do telefone foi em 1964, que era um aparelho a manivela, isso ocorreu na administração do ex-prefeito Luiz Cavalcante Lins. A empresa responsável pela telefonia era CTA (Empresa Telefônica de Alagoas), funcionava no antigo prédio da Prefeitura Municipal de Flexeiras, com único posto para servir a comunidade. No ano de 1965 chegaram a serviço da TELAZA, com a torre de transmissão e no final do mesmo ano, a repetidora de televisão.

Mais tarde veio surgir à primeira televisão do município, era de posse do Ex-Prefeito Lourival Cavalcante de Lima. A televisão era transmitida precariamente, pois o sinal vinha do Recife para uma torre situada na Serra da Mariquita, no município de Joaquim Gomes e sua transmissão era feita através da Rede Tupi de Televisão, canal 6. Com o passar dos anos o nosso município foi se desenvolvendo e crescendo cada vez mais, daí surgiram outros meios de comunicação modernos. Hoje temos: - Uma repetidora de televisão transmitindo imagem de dois canais:

Globo e SBT.
01 Agência dos Correios.
40 Telefones públicos.
183 Telefones residenciais
01 Casa Lotérica
1.200 Aparelhos de TV
01 Rádio comunitário já aprovado para ser instalado
52 Computadores instalados
05 Ligados na internet.

CARACTERÍSTICAS ADMINISTRATIVAS POLÍTICA

O município dispõe das repartições:

Federal - Junta do Serviço Militar e os Correios e Telégrafos.
Estadual - Delegacia de Polícia e Escola Benedito de Lira (hoje cedida ao município).
Municipal - Prefeitura - Secretaria de Educação, Secretaria de Saúde, Câmara de Vereadores, Ministério Público, Fórum, Secretaria de Assistência Social, Conselho Tutelar e Municipal da Criança e Adolescente.
O governo municipal é exercido pela Dr. Silvana Maria Cavalcante da Costa Pinto, partido PFL.

O PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL

É exercido por 9 (nove) vereadores: Antônio Guiomar de Lima (presidente), Teotônio de Farias Fragoso (vice presidente), Antônio Baltar Cansanção (1° secretário), José Rosalvo Lopes Ferreira Filho (2° secretária), Rosa Arlete Cavalcante de Omena Souza, Marcio Viana Cavalcante, Demeval de França Silva Júnior, José Luiz dos Santos e Maria Helena Fragoso de Meio.

PODER JUDICIÁRIO

Exercido pelo Juiz de Direito da Comarca, nomeado pelo Tribunal de Justiça. Função: julgar e fazer cumprir as leis.

JUÍZES QUE TRABALHARAM NESTA COMARCA

1 - Drª. Maria da Graças Marques Gurgel (3 anos, 1989 - 1991)
2 – Drª. Ana Florinda de Mendonça (1 ano, 1992)
3 - Dr. Daniel Antônio Acciole (2 anos, 1993 - 1995)
4 - Drª. Maria Verônica Correia Carvalho (2 anos, 1995 - 1998)
5 - Dr. Gilvan de Santana Oliveira (atual).

OS PRIMEIROS PROMOTORES

1 - Dr. Sérgio Amaral Scala
2 - Dr. Luiz Cláudio Pires
3 - Dra. Laura de Azevedo Lessa (falecida)
4 - Dr. Antônio Santos
5 - Dr. Izaac Santos
6 - Dra. Alba Lúcia Torres de Oliveira (atual)

OS PRIMEIROS ADVOGADOS

1 - Dr. Danilo Freitas Cavalcante
2 – Drª. Marlene de Santana Oliveira
3 - Dr. Luiz Carlos Lopes de Albuquerque
4 - Dr. Gilberto Marcos Bezerra Peixoto
5 – Drº. Cássia (atual)

PROCURADOR DO ESTADO

Magda Leal de Oliveira

CARACTERÍSTICAS RELIGIOSAS

A maior parte da população Flexeirense é católica. Entretanto; existem (8) igrejas de diferentes denominações: Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Batista, hoje denomina de Igreja Batista Nacional Renovada, (primeira igreja protestante a ser instituída no município); Assembléia de Deus, sendo a 2’ em número de fiéis inaugurada no dia 10 de maio de 1978, Testemunhas de Jeová, Congregação Cristã do Brasil (igreja do véu); Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja Adventista do Sétimo dia; Igreja do Evangelho Quadrangular.

PADRES COLABORADORES
1 - José Teixeira de Melo (1893 - 1899)
2 - João da Virgem Maria (1899 - 1900)
3 - Pedro Pacífico (1900 - 1920)
4 - José Bernadino (1920 - 1937)
5 - Armando de Gusmão (1937 - 1941)
6 - Antônio Ferreira Costa (1941)
7 - Durval Silva (1941 - 1959)
8 - Abelardo Romero Pereira (1959 - 1961)
9 - Diego Vanzeta
10 - Cícero Luiz Calado
11 - Ernesto Amintas Cavalcante
12 - Raul Moreira Filho

Quando houve uma permuta com o Padre Lourival da Guia Moreira, que permaneceu de 1964 a 1991, seu substituto foi o Padre Brenno Gastaila, da congregação Salísiame, onde passou alguns meses, em seguida assumiu o Padre Diego Vanzzela, ficando até o dia 15 de setembro de 1998, quando afastou-se e Flexeiras recebeu o pároco atual Padre Cícero Luiz Gomes Calado, no dia 16 de setembro do mesmo ano.
Os católicos de Flexeiras também tiveram o privilégio de receberem, no dia 27 de janeiro de 1987, as irmãs de Santa Maria. Com a chegada das irmãs a religião tomou um grande impulso, além da catequese da criação de mistérios, da assistência aos carentes e enfermos da comunidade e os trabalhos realizados na área da educação.




PASTORES QUE ATUARAM NA IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM FLEXEIRAS
 PASTOR/EVANGELISTA
PERÍODO
1
Antônio Ilário (missionário),
Dando assistência a São Luiz do Quitunde e Flexeiras.
Esposa -
2
Alfredo Rodrigues
Esposa -
3
Euclides Rodrigues
Esposa -
4
Luiz Vital Rafael
Esposa -
5
Lourival Sérgio
Esposa -
6
José Pereira Sobrinho
Esposa -
7
Eronildes Albuquerque
Esposa -
8
Jaime José dos Santos
Esposa -
9
Amaro Crescente da Rocha
Esposa -
10
Alexandre Teixeira Lima
Esposa -
11
José Rodrigues
Esposa -
12
José Alves de Farias
Esposa -
13
José Tenório
Esposa -
14
Antonio Everaldo
Esposa -
12/07/2010 - Atual


ASPECTOS ECONÔMICOS

DESENVOLVIMENTOS ECONÔMICOS

Desenvolvimento econômico do município, conforme preliminares do Censo de 2000, somos 11.979 habitantes. Em virtude da ausência de uma política governamental que favoreça ao homem do campo, sua permanência nas fazendas, grandes parte deles são atraídos para a sede do município em procura de melhores condições de vida, ocasionando o êxodo rural.
Flexeiras, entre os municípios alagoanos, é um dos que apresenta uma densidade demográfica razoável. Tendo 68 fazendas, sendo essas:



01 Água Belas 35 Laranjeiras
02 Águas Preta 36 Mariazinha
03 Amolar 37 Mauriti
04 Amor 38 Nossa Senhora Aparecida
05 Anum 39 Nova Vida
06 Areado 40 Novo Mundo
07 Aurora 41 Pararis
08 Barro Vermelho 42 Pé de Serra
09 Bela Rosa 43 Pedra Grande
10 Bela Rosa II 44 Pedreiras
11 Boa Vista 45 Peixinho
12 Boa Vista II 46 Perseverança
13 Bom Destino 47 Poço Verde
14 Bom Jardim 48 Poço Verde
15 Cabrocó 49 Prazeres
16 Cafundó 50 Pulgas
17 Caldeirões 51 Riachão
18 Campos Novos 52 Riacho Eldorado
19 Cantinho 53 Santana
20 Capim de Cheiro 54 São Cipriano
21 Capricho 55 São Geraldo
22 Capricho 56 São João
23 Conceição do Peixe 57 São Joaquim
24 Coqueiro 58 São José
25 Coronel 59 São José da Vitória
26 Criolo 60 São Lourenço
27 Dois Irmãos 61 Sebastião Gomes
28 Duas Barras 62 Sequidão
29 Ferrugem 63 Serra Verde
30 Flexeirinha 64 Sítio do Meio Sacalão
31 Fortaleza 65 Trapiche
32 Gilbratar 66 Triunfo
33 Independência 67 Vitória
34 Jaqueira 68 Vitorinha


A ECONOMIA ANTES

A monocultura da cana-de-açúcar é a principal economia depois vem criações de gado, suíno, caprino e eqüino. Na prestação de serviços destacavam-se as indústrias açucareiras: Conceição do Peixe e Usina Bititinga e uma pequena fábrica de arroz e as casas comerciais que na época eram prósperas, servindo como um dos fatores para o movimento da emancipação política.

A ECONOMIA HOJE

Como o fechamento das duas indústrias açucareiras, a economia do município vem sofrendo significativamente. Pelo fato da ocorrência do desemprego, proporcionando o êxodo rural e ocorrendo quedas no desenvolvimento do comércio causando o fechamento das casas comerciais.
Hoje basicamente o município está sobrevivendo com FPM (Fundo de Participação do Município), o plantio da cana-de-açúcar e a expansão da criação de bovinos. E em fase de desenvolvimento a iniciativa do Banco do Nordeste com o PROGER, vem incentivando os pequenos agricultores e comerciantes.

ÓRGÃOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS:

A
 CASAL (Companhia de Abastecimento D’Água e Saneamento do Estado de Alagoas)
B
 CEAL (Companhia Energética do Estado de Alagoas), com a voltagem de 220 watt e uma disponibilidade de 50.000 quilowatts.
C
 BANCO DO NORDESTE
D
 CORREIOS E TELÉGRAFOS
E
 TELEFONIAS
F
 CASA LOTÉRICA CAMINHO DA SORTE

FOLCLORE
COSTUME DO POVO FLEXEIRENSE

Antes da Emancipação Política de Flexeiras, na década de 1930 a 1940, os dois blocos carnavalescos, Ciganinha e Vencedor, eram comandados por: Maria Vieira Calheiros, Sr. Coió, José Rita, Ursulino Rocha, entre outros. Tendo como grupos folclóricos a quadrilhas que era marcada por um ex-escravo Sr. José Augustino, depois ficando para outro Sr. conhecido como Cravo. Outro folclore de destaque é a cavalhada que, durante muitas décadas, ficou sob o comando do Sr. Jaime Vieira Calheiros. Além desses folguedos, tínhamos o pagode organizado pelo Sr. Euclides Carreiro, que dizia que o pagode só era bem dançado quando quebrava três pares de tamancos. E os mesmos integrantes marcavam também as baianas e o grupo de guerreiro que vinham do município de União dos Palmares para a nossa cidade. Todas as festas folclóricas eram comemoradas na Rua Cândido Lamenha Lins e São Benedito, até os dias de hoje. O folclore vem se desenvolvendo constantemente.

- Pastoril dos homens
- Pastoril São Benedito — feminino
- Cavalhada
- Coco de roda
- Baianas
- Quadrilha
- Carnaval
- Bailes e Serestas

AS LENDAS

O BOI PINTOR

Na Usina Peixe havia um usineiro que não acreditava em Nossa Senhora. Então um dia ele disse que só acreditava em Nossa Senhora se o boi que ele mais gostava e que pertencia a ele subisse na torre da igreja. No dia seguinte o usineiro, colocando sua cabeça em uma janela de uma casa, logo avistou o seu boi preferido, o Pintor, na torre da igreja. O boi Pintor, ao rugir, bateu a cabeça em um sino que havia lá, esse mesmo sino caiu em uma lagoa que existia naquele tempo. Até hoje não encontraram este sino. O boi não conseguiu sair de lá, pois os degraus que levavam à torre eram em forma de um “s”, e ninguém conseguia entender como o boi subiu até a torre. O boi foi retirado através de um carretel. Logo depois de retirado, o mesmo morreu. Nenhum urubu ou qualquer outro animal comeu o boi, suas carnes ficaram duras comô uma pedra, mas antes de ele ser retirado, fez cocô na torre. Neste tempo, o Frei Damião estava aqui em alagoas, e vendo isso, ele falou que iria dar uma cheia para poder tirar a mancha do cocô do boi, ninguém conseguia tirar essa mancha. O povo com medo, porque a torre era muito alta, derrubaram a igreja, pois temia que a cheia, antes de chegar na torre da igreja iria acabar com tudo. Dizem que este foi um sinal, mostrando que ninguém pode duvidar de Nossa Senhora e nem do poder de Deus.


O CAVALEIRO DO COURO DE BOI

Há muito tempo atrás em Flexeiras, as pessoas diziam que, a partir das 12 horas escutavam um grito muito alto na rua. Dizem que algumas pessoas tiveram coragem e olharam pela brecha da porta e viram um homem no cavalo puxando um carro de boi pela rua. As pessoas tinham muito medo de olhar.

O MENOTAURO

As mulheres da Usina Peixe falam que quase anoitecendo que quando elas estão lavando roupas, aparece na beira do rio uma coisa estranha, metade homem, metade cavalo. Quando elas vêem, saem correndo com muito medo.

O BAÚ DE OURO

Em Flexeiras, as pessoas afirmam que já viram descer no rio um baú cheio de ouro, e em sua volta amarrado com uma corrente ele desce de vez em quando. Quando alguém tenta pegar, ele desaparece.

A SERPENTE

As pessoas falam que, há muito tempo atrás, houve uma grande cheia que inundou tudo, e junto com essa cheia veio uma terrível serpente que, ao ser arrastada pelas águas, ficou morando até hoje abaixo da Usina Peixe. As pessoas dizem que ela sai nas noites para procurar comida.

O CARRO ACORRENTADO

Dizem que, na rua em Flexeiras, conhecida como a rua da cassolinha, nas noites, passava um carro e depois passava uma corrente. Ninguém nunca soube explicar porque isso acontecia sempre depois da meia noite.

O FOGO CORREDOR

Aqui em Flexeiras, no passado, tinha um tal de fogo corredor. Eram bolas de fogo correndo juntinhas, para todos verem. As pessoas diziam que eram compadre e comadre. Quer dizer, que quando eles se namoram é pecado e viram fogo corredor. O fogo costumava descer e subir a ladeira do Conj. Emilio Maya de Omena(antiga jaqueira). O fogo era rápido, passava e depois sumia. Duas a três vezes por semana o fogo corredor fazia este percurso. Este fogo também aparecia em outros locais da cidade e quase toda a população presenciou.



O CAVALO MISTERIOSO

Há muitos anos atrás, em Flexeiras, existia um cavalo misterioso que gostava de passear nas ruas da cidade assustando as pessoas. O cavalo começava a correr no comércio e subia o Bairro Novo, muitas vezes no horário de 10 horas da noite. Ninguém saía de casa neste horário por ter medo do tal cavalo. Conta-se que o cavalo fazia barulho estrondoso deixando as pessoas com medo. Esse cavalo assustou muito as pessoas no passado.
O CAMBISTA

Certo cambista vinha de São Luiz do Quitunde, passou na fazenda Rancador, subiu na mata da onça e desceu na fazenda Catucá. Chegando nesta fazenda, ouviu-se um grande berro; o cambista começou a aumentar os passos. Quando andou mais rápido, escutou o berro bem mais próximo dele e pôs-se a correr. Passou por uma casa, mas envergonhou-se de chamar, chegou numa encruzilhada, eram duas estradas e não sabia por onde ir. Muito assustado, deixou o caminho principal e seguiu em direção à mata pensando que o bicho não ia atrás dele. E caminhou num arrastro para o meio da mata encontrou uma árvore que dar-se o nome de Mamajuda, e escondeu-se achando que o bicho não ia vê-lo. Quando era madrugada, avistou aquele bicho com as orelhas parecendo uns abanos, os olhos fumegando em chamas de fogo. E quando aquela coisa feia aproximou-se dele, meteu-lhe o pau entre uma orelha e outra e gritou: “O bicho feio da gota”. Quando gritou, desmaiou pensando que a mata tinha desmoronado. Depois tornou, estava tudo normal e seguiu viagem a Flexeiras para dar o resultado do jogo do bicho.

A MULHER BESTA DEMAIS

Certo dia, aqui em Flexeiras, havia uma mulher muito besta. Sem saber de nada, ficava na porta perguntando a todos que passava:
— Você é seu futuro?” Um homem falou:
— Não. Eu me chamo João. Assim outro, outro... Mas apareceu um mais sabido, então ela perguntou:
— O senhor se chama seu futuro?” Então ele respondeu:
— “Sim, sou eu mesmo.” Então ela foi buscar o dinheiro que o marido estava guardando e entregou ao homem.
— “Olha, toma aqui este dinheiro que meu marido guardou e falou que era para seu futuro.” Quando o mando chegou, ela falou:
— Mando, eu entreguei o dinheiro ao seu futuro.
— Mais mulher! o dinheiro que eu estava guardando para o nosso futuro?
— Então marido, vamos à procura do futuro.
Ela pegou uma porta, colocou na cabeça e saiu com o marido à procura do futuro, que era o ladrão que tinha roubado o dinheiro dizendo que era o futuro.
De repente apareceram três homens conversando, e um deles falou:
— Passei pela casa de uma mulher e ela era tão besta que perguntou se eu era seu futuro, e eu falei que era, então ela me deu o dinheiro que o marido estava guardando para o futuro do casal quando estivessem velhinhos.
O casal neste momento estava em cima de uma árvore que tinha subido e colocado a tábua nos galhos para descansar e ouviu os três homens conversando. A mulher escutou e falou:
Marido, o seu futuro!
Então eles desceram da árvore e disseram:
Seu futuro me devolva o dinheiro que é para comprar uma casa para os meus filhos. Tomaram o dinheiro e voltaram para casa.

MANÉ FULO

Os meus pais disseram que uma Maria ia casar então ele contou ao meu pai que não convidaram ele. Então ele se virou num cachorro e foi olhar a moça trocar de roupa. Quando a Maria foi pra igreja, ele se desvirou e foi também assistir o casamento. Após o casamento, quando voltaram da igreja, virou-se novamente num cachorro. Quando os convidados foram comer, o cachorro estava debaixo da mesa. A noiva enraivou-se e falou:
— Para onde eu vou esse cachorro vai atrás.
O noivo o chutou e ele mordeu o pé do noivo. O noivo começou a gritar, os convidados todos foram socorrer o
noivo. O cachorro carregou o peru que estava no prato e levou para a família comer. Ele tinha três filhos bem galegos.
Sua mulher se chamava Luzia e sua mãe se chamava Fulô. Ele só se abusava se lhe chamasse de mané jumento, então ficava doidinho e falava:
— Hoje eu pego esse.
E se transformava em qualquer bicho e mordia a pessoa toda. Ele se virava num papa-mél e ia comer mel no engenho
São Cipriano. Eu era pequena quando vi o na fazenda Bela Rosa. Ele tinha até uma ferida na perna. Ele morava vizinho ao meu pai.
Os meus pais diziam que ele se envocou que tinha um homem que só lhe chamava Mane Jumento, e ele disse:
— Qualquer dia eu vou rasgar a sua bunda.
Então ele se envocou e se transformou num Guará, e quando viu o homem passar, ele correu atrás e rasgou ele todinho.
Minha mãe foi pescar com umas colegas e ele se virou em um cachorro e falou:
— Eu vou botar aquelas mulheres pra correr! Mas como tinha Minervina que estava grávida então foi por isso que eu não botei vocês para correr. para carregar os peixes. Então ele era um tipo de gente que quando ele gostava das pessoas, então ele não mexia, mas quando era pessoas que não gostava, ele se virava em qualquer animal e pegava.


NOME DAS RUAS C/ DENOMINAÇÕES

1. Coronel Alcântara (Centro)
2. Coronel Teotônio Luna (Daniel)
3. Cândido Lamenha Lins (Assembléia de Deus)
4. São Benedito (Igreja Católica)
5. Humberto Lopes de Farias (Caçolinha)
6. Major Esperidião Lopes de Farias (Praça Padre Cícero)
7. Santos Antônio (Ceal)
8. João Guedes de Miranda (Cida — Pré)
9. Travessa João Guedes de Miranda (Por trás da padaria do Pinha)
10. Cesário Omena (Descendo a padaria do Pinha)
11. Tenente Ernesto Cavalcante (Bar da Lilá)
12. Poeta João de Deus (Serraria do Zé dos Móveis)
13. José Melquiades de Lima (Judite)
14. Prof’. Maria Isabel Costa Souza (Campo de Futebol)
15. Rua Ernesto Cavalcante Lins (Correio)
16. Paulo Cavalcante Lins (Pó trás do Ginásio)
17. Rua Elpídio Cavalcante Lins (Lavanderia)
18. Rua Jaime Vieira Calheiros (João Ferreira até a promotoria)
19. Rua Madre Elizabete da Trindade (Cícero Monoel)
20. Avenida Rosita Calheiros Cavalcante (Clube dos Idosos, Delcio)
21. Avenida Domingo Alexandrino de Oliveira (Igreja Batista)
22. Bairro Novo
23. Rua Prof. Luiza Ribeiro Magalhães (Inicio ao lado da Unidade Mista de Saúde)
24. Rua Abelardo Cavalcante Lins (antiga rua do Filtro)
25. Rua José Rui Lamenha Magalhães ( Centro Paroquial)
26. Rua Prof’. Sebastião Felisberto dos Santos (Em frente a Secretaria Municipal de Saúde)
27. Conjunto Emilio Maya de Omena
28. Rua Manoel Francisco Dias (Igreja Batista Renovada)
29. Rua Milton Paulino dos Santos (Conselho Tutelar)
30. Rua Vereador Aristides Cavalcante de Almeida (Posto de Saúde)
31. Rua José Gomes de Lima ( Subindo no Bar do Adeilton)
32. Rua Solange Cristina Silva de Lima (Mutirão)
33. Conjunto Dr. Arnaldo Cavalcante Magalhães
34. Travessa Ascendino Cavalcante de Araújo (Limite dos dois Bairros)
35. Rua José Coelho Cavalcante (Ponto de referência Casal)
36. Rua Argentina de Moraes do Nascimento (Segunda rua do conjunto)
37. Rua Ana Verçosa de Amorim Barros (Igreja do Véu)
38. Vila Alaide — Em Projeto da Desapropriação — Moradias provisória (êxodo rural)


PRACAS COM DENOMINACÕES

1. Praça Padre Cícero
2. Praça Prefeito José Camilo dos Santos (do Clube)
3. Praça Antônio Guiomar de Lima (Entrada da cidade)
4. Praça Dr. Arnaldo Cavalcante Magalhães (Delegacia)


HINO OFICIAL DE FLEXEIRAS

Flexeiras terra gloriosa
Vossos Filho se orgulham de ser
Nossa terra por ser de Alagoas
Lutaremos para vencer
És orgulho do Estado
Por teu povo varonil
Estaremos sempre alerta
Para servir ao Brasil
Salve ó terra de bondade
Os rosais por teus pés vêm florir
Nosso encontro terra de amor
Flexeiras lutaremos por ti
Tu és bela com teus lindos campos
Sob o céu azul sem igualdade
Tu tens paz progresso no futuro
Salve a tua liberdade
Salve o dia 28 de abril
Salve a sua emancipação
Vosso povo heróico e nobre



Por ti pela nação.
Música e letra de:
Wandecy dos Santos


POTENCIALIDADE TURÍSTICA
ROTEIRO TURÍSTICO

• Procurar lugares para tomar banhos e desfrutar das revigorastes águas das nascentes e da cachoeira sem medo da força da água e das pedras.
• Tomar banhos nas deliciosas águas frias das bicas da região.
• Apreciar e tomar banhos na cachoeira de médio porte.
• Para quem gosta de adrenalina pode fazer rapel pelas as pedras da cachoeira.
• Passeios de cavalo nas terras do hotel conhecendo o cenário rural dentro da mata atlântica.
• Para quem gosta de turismo rural pode tirar leite da vaca ou da cabra para seu café da manhã desfrutando as proteínas do leite fresco.
• Desbravar a maior área fechada de mata atlântica do nordeste pelas trilhas ou fazer as próprias no meio da mata para dar acesso a cachoeira ou o coração da mata.
• Caçada fotográfica capturando a biodiversidade da flora e da fauna encontrando exóticas plantas (orquídeas, bromélias), animais típicos da região (pacas, tatus e capivaras) e aves raras que só são encontradas na ária.



• Acampar no meio da mata ou nas árias para turistas inexperientes comendo, bebendo, cantando e contando histórias ao redor de uma fogueira longe das árvores e com todas as precauções para não causar incêndios.

O turismo em Flexeiras ainda não é bastante explorado, mas seu potencial é enorme. Com uma área turisticamente apropriada, suas riquezas naturais e culturais fazem do lugar apto para segmentações turísticas como o eco turismo e o turismo cultural, com danças, músicas, e uma boa receptividade dos habitantes do local. A zona da mata faz com que a cidade tenha um ar de paraíso com matas fechadas, trilhas, cachoeiras, bicas e uma biodiversidade só encontrada na A.P.A de Murici que começa em Flexeiras e termina em São Jose da Laje, sendo a maior reserva de mata atlântica do nordeste.

EVENTOS

Os eventos da cidade são basicamente originados por celebrações religiosas como a festa de São Benedito que é o padroeiro da cidade.

CRONOGRAMA

o carnaval
o páscoa
o Emancipação política de Flexeiras
o Festividades juninas
o Maratonas, gincanas
o Festas dos funcionários públicos
o Proclamação da republica
o Exposição de artes
o Flexeiras forró fest
o Natal


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

LEMOS, João Ribeiro de Coruripe: sua história, sua gente, suas intenções, Maceió, 1999.
MELO, Zélia Santos Bezerra, Minha terra Alagoas, 1° Grau: Praço e Editora Ltda: João Pessoa — Paraíba, 1992.
Guia dos Municípios: Associação dos Municípios de Alagoas — AMA, Maceió, AL, 1998.
Paróquia de São Luiz e Igreja Assembléia de Deus
FONTES ORAIS: habitantes antigos